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26 novembro 2021

"Não há questão mais promissora ou importante para a essência da pesquisa científica do que entender como as mentes humanas resolvem problemas e tomam decisões com eficácia." (Herbert Simon)


“O Plano Marshall se tornou uma analogia favorita dos formuladores de políticas públicas. No entanto, poucos sabem o suficiente sobre ele." 
(Graham T. Allison ).



Este Texto para Discussão (em versão preliminar, mas já submetida e aprovada por dois pareceristas) discute como o apoio à decisão pode contribuir para que a formulação de políticas públicas alcance maior grau de consistência e coerência.

Espera-se que isso favoreça o desenho de programas governamentais mais eficientes, com menor fragmentação e sobreposição, e mais efetivos. 

Para investigar essas questões em detalhe, a análise reconstitui o "making of" do Plano Marshall, aquele que é considerado o plano de maior envergadura e complexidade desenvolvido desde o século XX.

Leia (arquivo pdf).


Ilustração: cartaz propagandístico, em alemão, com a promessa de "caminho aberto".

Mais sobre o Plano Marshall e o o Programa de Recuperação Europeia (European Recovery Program – ERP):
LASSANCE, Antonio. O Plano Marshall: uma abordagem atual à formulação, ao desenho e à coordenação de políticas públicas e programas governamentais. Brasília: Ipea, 2021. (Texto para Discussão, n. 2661). Disponível em https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_2661substituicao2_o%20plano%20marshall.pdf 
JEL: H11; D4; B15.




As manifestações presentes neste blog são de caráter estritamente pessoal. 
 
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02 novembro 2018

A Venezuela para principiantes

A história ajuda a entender o conflito.



















O Brasil precisa de uma opinião pública melhor informada, atenta e democrática.
As manifestações presentes neste blog são de caráter estritamente pessoal. 
 
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18 agosto 2016

Serra leva vinho na cara... do @ Bennett_


Trogloditismo diplomático de Serra envergonha o Brasil.
O que se pode dizer, se não que a acusação do Uruguai de que Brasil tentou comprar seu voto, para prejudicar Venezuela, "entrou de vez para os anais da diplomacia". 







Charge do @Bennett_ 

30 setembro 2014

Os três patéticos comentam o discurso de Dilma na ONU


"Já imaginou se nossa política externa fosse comandada por um time como Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli e Reinaldo Azevedo
A única dúvida seria a de onde estariam nossas tropas na semana que vem".





 
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29 setembro 2014

Bloqueio a Cuba não ajuda em nada

Quem diz é Hillary Clinton:

“Ao terminar meu mandato, pedi ao presidente Obama que reconsiderasse nosso embargo contra Cuba. Não cumpre nenhuma função e obstrui nossos projetos com toda America Latina”. 



Fonte: Jornal GGN.


 
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15 janeiro 2014

A reviravolta nas relações entre Brasil e EUA

Os bastidores de uma história que envolve presidentes, militares e diplomatas mostram que houve uma mudança de rota nas relações entre Brasil e Estados Unidos. 





 
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25 julho 2013

É por isso que eles bisbilhotam tanto o Brasil

País está em posição estratégica para o fluxo global de comunicações.
O Brasil é um corredor essencial dos cabos submarinos que transmitem uma quantidade gigantesca de dados para o setor de telecomunicações. Foram esses alguns dos cabos que foram "grampeados".
Seria bom que o Ministério das Comunicações e o Ministério da Defesa tivessem a mesma percepção sobre a vantagem e o problema geopolítico aí envolvido.


WHAT THE N.S.A. WANTS IN BRAZIL 
Posted by Ryan Lizza, The New Yorker 
JULY 24, 2013

One of the more curious revelations from Edward Snowden’s trove of secret N.S.A. documents was a recent report that United States spy agencies have been vacuuming up communications in Brazil. Glenn Greenwald, who lives in Brazil, broke this story in O Globo, one of that country’s major newspapers, on July 6th. Greenwald, in an follow-up piece in the Guardian, pointed to a rough Google translation of his original July 6th report:

In the last decade, people residing or in transit in Brazil, as well as companies operating in the country, have become targets of espionage National Security Agency of the United States (National Security Agency - NSA, its acronym in English). There are no precise figures, but last January Brazil was just behind the United States, which had 2.3 billion phone calls and messages spied.…

Brazil, with extensive public and private networks scanned, operated by large telecommunications companies and internet, is highlighted on maps of the U.S. agency focus primarily on voice traffic and data (origin and destination), along with nations such as China, Russia, Iran and Pakistan. It is uncertain how many people and companies spied in Brazil. But there is evidence that the volume of data captured by the filtering system in the local telephone networks and the Internet is constant and large scale.

In a way, the N.S.A.’s focus on Brazil seems puzzling. Why would the United States care so much about communications traffic in a friendly South American country? But last week, at the Aspen Security Conference, General Keith Alexander, the director of the N.S.A., made a little-noticed remark that helps explain his agency’s interest in Brazil. During a question-and-answer session with an audience of journalists and current and former government officials, a German reporter rose and asked Alexander this: “Why are you focusing so much on gathering data also from Brazil, since there’s not too much terrorism going on in Brazil as far as I know?”

Alexander’s answer was somewhat elliptical (emphasis mine):

You know, the reality is we’re not collecting all the e-mails on the people in Brazil nor listening to their phone numbers. Why would we do that? What somebody took was a program that looks at metadata around the world that you would use to find terrorist activities that might transit and leaped to the conclusion that, aha, metadata—they must be listening to everybody’s phone; they must be reading everybody’s e-mail. Our job is foreign intelligence.

I’ll tell you, 99.9 and I don’t know how many nines go out of all that, whether it’s in German or Brazil, is of no interest to a foreign intelligence agency. What is of interest is a terrorist hopping through or doing something like that.

(In the video of General Alexander’s remarks, this exchange starts at about 52:20.)

Alexander’s answer doesn’t seem terribly revealing. But embedded in it was a major admission, which is alluded to by the portions, “metadata around the world that you would use to find terrorist activities that might transit” and “a terrorist hopping through.”

I asked General Michael Hayden, the former director of both the C.I.A. and the N.S.A., what he found most interesting in Alexander’s remarks. “He committed two acts of declassification,” Hayden told me, using a euphemism for when a senior official reveals secret info by speaking in public. The first revelation Hayden flagged was not terribly surprising: in an earlier portion of his remarks, Alexander mentioned that the N.S.A. knows precisely what documents Edward Snowden accessed.

But Alexander’s second act of declassification was much more interesting. Hayden pointed to Alexander’s comments about Brazil, and his point about not being interested in the communications of Brazilians. He asked me to think about the geography of Brazil, which bulges out eastward into the Atlantic Ocean. I still didn’t understand. “That’s where the transatlantic cables come ashore,” he finally explained.

Indeed, they do. According to a detailed map of the network of submarine cables that transmits our voices and our Internet data around the world, Brazil is one of the most important telecommunication hubs on earth.

map-465.jpg

There is an even more detailed, interactive version of this map, and Teleco, which collects information about telecommunications in Brazil, has additional details on the major submarine lines that run through the country. It reports that one of the lines, Atlantis-2, which connects South America to Europe and Africa and was created by twenty-five telecommunications companies, is part of a network that, when complete, “will form the infrastructure of the global information society.”

While the idea that the N.S.A. is tapping transatlantic cables is hardly shocking—there have been excellent recent stories on the subject in the Washington Post and The Atlantic—as far as I’m aware, Alexander and Hayden’s remarks last week represent the highest level of confirmation of the practice, and they help to explain Greenwald’s report on the N.S.A.’s interest in Brazil.

They also help shed light on an N.S.A. slide recently published by the Guardian, which appears to show that the umbrella program for this type of “upstream” collection is called Fairview and/or Blarney.

The map on this slide is a less detailed version of the one above, but it indicates the many submarine cables going to and from Brazil, and explains that the N.S.A. uses these programs for the “collection of communications on fiber cables and infrastructure as data flows past.”


nsa-chart-465.jpg

Finally, Greenwald has reported that Snowden downloaded N.S.A. documents described as the “crown jewels” of the agency. There has been much speculation about what these sensitive documents might be. Three former government officials told me that they likely contain details of our relationships with foreign intelligence agencies, and, if so, that there might be explosive revelations about surveillance practices undertaken by Western allies that violate privacy laws and other statutes within those countries.

Vanee’ M. Vines, a spokesperson for the N.S.A., said, “We’re not going to elaborate on remarks that Gen. Alexander made in Aspen,” and added that the agency also had no comment on speculation about other documents possessed by Snowden.



Read more of our coverage of government surveillance programs.



 
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24 julho 2013

Livro

“Tendências Regulatórias nos Acordos Preferenciais de Comércio no Século XXI: os casos de Estados Unidos, União Europeia, China e Índia”.
Livro do IPEA, organizado por Ivan Tiago Oliveira e Michelle Badin.

Baixe e leia o livro.

 
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28 maio 2013

Requião provoca confusão em reunião

E o Parlasul ainda não rima bem com a integração

Racha na Representação Brasileira no ParlasulArtigo de Edélcio Vigna, do Inesc.
Publicado em 24/05/2013.

A reunião da Representação Brasileira no Parlamento do MERCOSUL (Parlasul), realizada nesta terça-feira, 21/5, tinha como objetivo eleger o novo presidente da Representação, dois vice-presidentes e indicar o parlamentar que irá pleitear, pelo Brasil, a Vice-presidência do Parlamento do MERCOSUL, em Montevidéu.

Quem conduziu a reunião foi o então presidente senador Roberto Requião (PMDB-PR). A proposta de Requião era discutir ao mesmo tempo as duas indicações. O deputado Dr. Rosinha (PT-PR), apoiado por outros parlamentares, ressaltou que uma coisa era a eleição e outra a indicação ao Parlasul. Por isso, sugeriu a possibilidade de dois momentos diferenciados: um para eleição e outro para indicação.

Acatando a questão, Requião iniciou a discussão sobre a eleição do presidente da Representação Brasileira no Parlasul. Havia duas chapas: uma encabeçada pelo deputado Newton Lima (PT-SP) e a outra pelo deputado Renato Molling (PP-RS). Cada uma trazia dois vice-presidentes.

No debate, o senador Paulo Baer (PSDB-SC) questionou a inexistência, nas duas chapas, de um parlamentar da região Sul. Ponderando esta observação os que compunham as chapas abriram mão da indicação para que o senador pudesse compor uma chapa única como um dos vice-presidentes.

Para resolver a questão da Presidência foi necessário realizar uma votação. Porém, se acordou que o deputado que perdesse ficaria como um dos vice-presidentes. O deputado Newton Lima venceu o deputado Renato Molling por uma margem de apenas três votos (17 versus 14 votos). Assim, o deputado Newton Lima assumiu a presidência da Representação Brasileira no Parlasul, e os dois vice-presidentes é o deputado Renato Molling e o senador Paulo Bauer.

O senador Requião encaminhou a segunda parte da reunião, sem dar posse ao Presidente eleito, ressaltando que como a presidência da Representação ficará com um deputado, caberia então a indicação para vice no Parlasul a um senador, que era ele próprio. Houve uma série de contestações, mas o senador encerrou a reunião, sem que o deputado Newton Lima utilizasse a palavra como Presidente eleito.

O engenheiro e ex-reitor da Universidade Federal de São Carlos, deputado de primeiro mandato, Newton Lima, vai assumir como presidente em um período especial porque esta Representação será a última indicada pelo Congresso Nacional. Para 2014 está prevista a eleição direta para o Parlasul, junto com a eleição para Presidente, Deputados e Senadores. Para este mandato o Congresso indicou 37 parlamentares (20 Deputados e 17 Senadores), em 2014 serão eleitos 75 parlamentares mercosulinos.

Um dos maiores problemas para o atual Presidente será deixar para os eleitos em 2014 uma institucionalização das atribuições e poderes que os parlamentares deste mandato detêm. As competências dos parlamentares do Parlasul foram definidas por meio de Resolução do Congresso Nacional. Os eleitos em 2014 não serão mais deputados ou senadores e a atual Resolução não mais se aplicará. O Presidente Newton Lima e os parlamentares da atual Representação terão que aprovar um projeto de emenda constitucional (PEC) e disciplinar o recebimento de propostas, relatórios, pareceres que serão encaminhados para as comissões permanentes e para os Plenários das Casas Legislativas para não deixar os futuros parlamentares sem o mínimo de garantias para legislar.

Edélcio Vigna, Mestre em Ciências Políticas e doutorando em Ciências Sociais
INESC.
 
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23 maio 2013

Diretas-Já para o Parlasul

Se os parlamentares quiserem dar uma chance ao povo brasileiro de eleger seus representantes nas eleições de 2014, o prazo para o Congresso decidir as regras dessa escolha é o final de setembro de 2013, um ano antes do pleito.

Saiba mais lendo o estudo do Ipea sobre o assunto.

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) atualmente é formada por congressistas indicados pelos partidos (a lista completa está mais abaixo, nesta postagem). A representação foi recentemente recomposta e elegeu (em 22/5) seu novo presidente, o deputado Newton Lima, do PT de S. Paulo.

Newton Lima presidirá Representação Brasileira no Parlasul

Reunião para instalação da Representação e eleição do presidente e dos vice-presidentes. Novo presidente do parlamento, Dep. Newton Lima (PT-SP)
Foto: Laycer Tomaz / Câmara dos Deputados

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) elegeu, nesta terça-feira (22), o deputado Newton Lima (PT-SP) seu novo presidente. O deputado Renato Molling (PP-RS) e o senador Paulo Bauer (PSDB-SC) ocuparão os cargos de vice-presidentes da representação.
De acordo com o senador Roberto Requião (PMDB-PR), presidente da representação desde 2011, a escolha foi feita respeitando a rotatividade entre Senado e Câmara no cargo de presidente e considerando também a diversidade partidária.
O novo presidente da comissão, deputado Newton Lima, defendeu uma atuação protagonista da delegação brasileira no Parlasul independentemente do calendário a ser seguido em Montevidéu, cidade sede do bloco.
Lima destacou ainda a necessidade de o Parlasul ser reconhecido pelos chefes dos países que compõem o Mercosul e da interação da representação brasileira com o Executivo - notadamente com o Ministério das Relações Exteriores e com a Presidência da República. “Nossa expectativa, portanto, é uma ação dinâmica, participativa e envolvente do grupo”, disse.
Newton Lima está no primeiro mandato na Câmara dos Deputados, é engenheiro químico formado pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2001 foi eleito prefeito de São Carlos, reeleito em 2004, época em que integrou o conselho de Mercociudades. Também foi reitor da Universidade Federal de São Carlos.
Informar a população
O deputado Renato Molling ponderou que o Mercosul ainda é pouco conhecido e pediu atuação mais intensa dos parlamentares na informação da população. “Se nós quisermos fazer eleições diretas [para escolher os representantes do Parlasul], da maneira como está, vamos ter dificuldades, porque o povo brasileiro ainda não está bem por dentro do que é o Mercosul e qual a sua importância”, disse.
Dois projetos estão em discussão na Câmara (PL 5279/09) e no Senado (PLS 126/11) para regulamentar as eleições do Parlasul. A proposta da Câmara está com a tramitação mais avançada, pronta para ser votada pelo Plenário. Já o projeto do Senado ainda está em análise na primeira comissão, a de Relações Exteriores e Defesa Nacional.
O senador Paulo Bauer (PSDB-SC), vice-presidente do grupo, considerou importante a presença de parlamentares do Sul do Brasil na direção do Parlasul, já que o Mercosul tem uma relação direta com esses estados.
O senador Gim Argello (PTB-DF), que inicialmente disputaria o cargo com Bauer, abriu mão de sua candidatura para que fosse mantido o equilíbrio da chapa diretora, com a participação da Região Sul e de um partido da oposição.
Para o senador Requião, o bloco ganha em importância com a efetivação da Venezuela no Parlasul.
A representação brasileira no Parlasul é composta por 10 senadores e 27 deputados federais. Os representantes têm como atribuição acompanhar e emitir pareceres sobre todas as matérias referentes ao Mercosul, além de promover audiências públicas e solicitar esclarecimentos ou depoimentos de qualquer autoridade ou cidadão.

Íntegra da proposta:

Da Redação – RCA
Com informações da Agência Senado

Congresso publica lista com novos membros da Representação Brasileira
Mônica Nubiato
Agência Câmara, 09/05/2013.

Nesta quinta-feira, 09, o diário do Congresso Nacional publicou a composição da nova Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul). São 37 membros titulares e 37 suplentes, todos indicados pelas lideranças conforme o número de vagas disponíveis para cada partido. A reunião de instalação deve acontecer na próxima semana.

Na composição são 27 deputados e 10 senadores. No âmbito nacional, segundo a Resolução nº1/2011-CN, compete aos novos membros a apreciação e emissão de pareceres de matérias de interesse do Mercosul, submetidas ao Congresso Brasileiro, além de promover audiências públicas e solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. Todas as reuniões são públicas e as discussões e votações são abertas, exceto quando aprovado requerimento pela maioria dos presentes modificando o tipo de votação.

A sede do parlamento fica em Montevidéu, Uruguai, e cada Representação mantém uma secretaria nos respectivos Congressos Nacionais. Os indicados pelas lideranças partidárias do Congresso Nacional são os representantes brasileiros para o Parlasul - instituição parlamentar que existe desde 2006, formada por Argentina, Brasil, Paraguai (aguardando o fim da suspensão no Mercosul), Uruguai e Venezuela. Segundo o Protocolo Constitutivo do Parlasul (PCPM), é competência da instituição a emissão de pareceres, propor projetos e anteprojetos de normas, declarações, recomendações, relatórios e disposições sobre os temas relativos ao bloco.

São membros titulares pela Câmara dos Deputados: (PT) Benedita da Silva, Dr. Rosinha, Fernando Marroni e Newton Lima; (PMDB) André Zacharow, Íris de Araújo, Marçal Filho e Raul Henry; (PSDB) Antônio Carlos Mendes Thame, Eduardo Azeredo e Walter Feldman; (PSD) Geraldo Thadeu, Hugo Napoleão e Raul Lima; (PP) Dirceu Sperafico e Renato Molling; (PR) Wellington Fagundes; (PTdoB) Luis Tibé; (PSB) José Stédile e Luiza Erundina; (DEM) Júlio Campos; (PDT) Vieira da Cunha; (PTB) Paes Landim; (PPS) Roberto Freire; (PSC) Nelson Padovani; (PCdoB) João Ananias; (PRB) George Hilton. Titulares pelo Senado: (PMDB) Pedro Simon e Roberto Requião; (PP) Ana Amélia; (PT) Eduardo Suplicy e Paulo Paim; (PDT) Acir Gurgacz; (PSDB) Paulo Bauer; (DEM) Wilder Morais; (PR) Alfredo Nascimento; (PTB) GIM.

A reunião de instalação deve acontecer dia 21, terça-feira, quando o presidente e os dois vices da Representação serão escolhidos entre os membros, por eleição. O mandato dos representantes vai até o final de 2014 ou com a posse dos parlamentares eleitos por eleição direta. Dois projetos estão em discussão no Congresso Nacional para regulamentar as eleições do Parlasul.
Fonte: Agência Câmara.
   
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14 maio 2013

¿De qué le sirve a México ser el país con más libre comercio del mundo?

México es el país con más tratados de libre comercio en el mundo, pero muchos mexicanos se preguntan para qué han servido tantos acuerdos económicos, especialmente con naciones con las que el intercambio económico es mínimo.

Martes, 14 de mayo de 2013 

Barack Obama y Enrique Peña Nieto
Barack Obama y Enrique Peña establecerán un equipo de negociaciones comerciales de alto nivel.
De acuerdo con la Secretaría de Economía, México tiene 12 tratados de libre comercio, 28 acuerdos para la promoción recíproca de inversiones y nueve acuerdos de complementación económica. En total son 49 acuerdos diversos que se han firmado con 44 países distintos.
Algunos especialistas sostienen que esta apertura económica, que inició en 1986, ha sido fundamental para superar las distintas crisis financieras.
Pero los críticos de los acuerdos afirman que muchos beneficios anunciados con esos tratados no existen, e incluso aumentó la dependencia de la economía mexicana a la estadounidense, lo que se pretendía evitar con la diversificación de relaciones comerciales.
El país, explica a BBC Mundo Arnulfo Gómez, investigador de la Universidad Anáhuac, no aprovechó sus ventajas competitivas:
Ser vecino de Estados Unidos, conseguir un acceso preferencial a ese mercado, contar con reformas estructurales en su economía interna y mantener un tipo de cambio devaluado.
Firmar tantos acuerdos comerciales sirvió, entonces, de muy poco, asegura el académico.
"Debido a la falta de programas, proyectos y la falta de competitividad empezamos a importar de todos los demás países para exportar a Estados Unidos, y lo que sucedió fue que el valor agregado de México en el proceso de exportación se redujo".

Números

"Empezamos a importar de todos los demás países para exportar a Estados Unidos, y lo que sucedió fue que el valor agregado de México en el proceso de exportación se redujo"
Arnulfo Gómez, Universidad Anáhuac
Antes de 1986 la economía mexicana se basaba en el modelo de sustitución de importaciones, con un esquema de protección gubernamental a la industria y agricultura del país.
Pero ese año, en medio de una de las crisis financieras más severas de su historia, el gobierno decidió incorporarse al Acuerdo General de Aranceles y Comercio (GATT, por sus siglas en inglés) con lo cual el país se abrió al libre mercado internacional.
Ocho años más tarde, en 1994, México firmó con Estados Unidos y Canadá el Tratado de Libre Comercio de América de Norte (TLCAN), que pretendía crear una de las economías regionales más importantes del mundo.
Pero al año siguiente también estableció acuerdos similares con Costa Rica y Colombia, y después con Nicaragua, Chile, Israel o Liechtenstein, naciones con las que el intercambio comercial era reducido.
En su momento el gobierno del presidente Ernesto Zedillo (1994-2000) -período en el que se firmaron muchos de estos convenios-, afirmó que el objetivo era ampliar las relaciones comerciales mexicanas, concentradas con su vecino del norte, y aprovechar el TLCAN como una puerta al mercado estadounidense.
Así ocurrió al principio, explica el investigador Arnulfo Gómez. Pero luego se perdió el impulso.
Según la Organización Mundial de Comercio entre 1993 y 2001 México pasó de ocupar el lugar 17 en el rango de países exportadores a la posición 12. Pero luego descendió en la escala y el año pasado se colocó en el sitio número 16.

Asociación Transpacífico

¿Para qué sirven 49 acuerdos comerciales con 44 países?
La Secretaría de Economía afirma que, con los tratados, México tiene acceso a un mercado potencial de unos 1.000 millones de consumidores, que representan el 60% del Producto Interno Bruto (PIB) mundial.
Pero ha sido sólo una posibilidad, coinciden analistas. Datos de la Secretaría de Economía indican que el 78% del comercio mexicano se realiza con Estados Unidos.
La mayor parte de las mercancías que se exportan son petróleo, televisores y pantallas; vehículos, computadoras, teléfonos móviles, equipo eléctrico, aparatos médicos, tractores, oro y plata.
Pero lo más grave es que la forma como se ha realizado la apertura comercial perjudicó a varios sectores de la economía, como la producción agrícola le dice a BBC Mundo Víctor Suárez, director de la Asociación Nacional de Empresas Comercializadoras de Productos del Campo (ANEC).
Hasta ahora el modelo de competencia de la economía mexicana se basa en dos temas, afirma: el bajo costo de la mano de obra y la exportación de materias primas.
"Para nosotros tener 49, 50 u 80 tratados de libre comercio es lo mismo, porque no hay un proyecto nacional de desarrollo basado en el mercado interno, la articulación de las cadenas productivas o elevar el salario para mejorar el nivel de vida", señala.
Más allá de las críticas, para las autoridades mexicanas los acuerdos comerciales son fundamentales. Uno de sus principales defensores es el presidente Enrique Peña Nieto, quien ha dicho que el libre comercio "marcará mi gobierno", e incluso recientemente anunció que establecerá con Estados Unidos un equipo de alto nivel para negociaciones comerciales entre ambos países.
Por lo pronto México mantiene negociaciones para unirse al Acuerdo de Asociación Transpacífico, donde participarían China y Estados Unidos, y que podría convertirse en el tratado comercial más grande de la historia.

 
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08 maio 2013

Brasil vence disputa pelo alto comando da principal organização de negociação do comércio internacional

Venceu sem o apoio dos Estados Unidos e da União Europeia, que apoiaram o candidato mexicano.
O diplomata Roberto Azevêdo, de 55 anos, vai comandar a Organização Mundial do Comércio a partir de setembro (OMC).
Sua eleição é um reflexo da política externa iniciada pelo presidente Lula, que mudou o eixo da inserção internacional do Brasil e passou a dar mais atenção ao Mercosul, aos países emergentes e países pobres. A eleição só foi garantida com os votos em peso da África, do Oriente Médio, Ásia e a maioria dos países da América Latina.



 
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25 abril 2013

Empresas brasileiras desembarcam cada vez mais na América Latina, Caribe e África


BNDES cria diretoria para América Latina, Caribe e África para atender a grande volume de negócios com essas regiões (informação publicada no Diário Oficial da União de 22/4/2013).

  • Desembolso para empresas que atuam em países africanos cresceu 46%;  
  • Em 2012, os desembolsos a empresas brasileiras com projetos na África somaram US$ 682 milhões, 46% mais que os US$ 466 milhões de 2011;
  • Para América Latina e Caribe houve recuo: em 2012, o valor foi de US$ 1,070 bilhão, 34% menor que os US$ 1,6 bilhão de 2011;
  • Em 2012, houve negócios brasileiros na Argentina, Venezuela, República Dominicana, Equador, Cuba, Chile, México e Paraguai.  

Fonte: com base em informações da matéria de Bruno Rosa, O Globo, 25/04/2013.

 
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23 abril 2013

Mais do que presidente, o candidato eleito no Paraguai é um rei

... Rei do contrabando, conforme inúmeras acusações.

Sob múltiplas investigações José Casado, O Globo, 23/04/2013

O maior desafio de Horacio Cartes, 56 anos, eleito presidente do Paraguai no domingo, talvez seja a sua imagem no Brasil e nos Estados Unidos. O novo líder do Partido Colorado é um dos homens de negócios mais ricos de seu país. E, também, um dos mais polêmicos políticos paraguaios.

Na Quarta Vara Empresarial do Rio de Janeiro, por exemplo, o império industrial de Cartes enfrenta acusações de pirataria. Sua Tabacalera del Este (Tabesa) foi incriminada por suposto contrabando de cigarro.

O processo (número 0168522-02.2011.8.19.0001) foi aberto pelo grupo Souza Cruz. Em decisão preliminar, de 2011, o juiz menciona "prova documental robusta" sobre "prática de atos de concorrência desleal", observando ser "fato notório - e que, portanto, independe de prova - o fornecimento para o mercado nacional de massa volumosa de produtos de fabricação da ré (Tabesa)." A ação judicial está pendente de uma audiência de Cartes e dos executivos da Tabesa, em Assunção.

Cartes entrou no radar brasileiro antipirataria em 2003, quando uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara identificou sua posição majoritária na Tabesa, em sociedade com José Maria Cases Ribalta registrada no paraíso fiscal de Andorra. "É considerada a empresa mais profissionalizada do Paraguai e seus produtos têm como destino as regiões Sul e Sudeste do Brasil", diz o relatório da CPI.

Seu principal intermediário nas vendas ao mercado brasileiro é Fahd Yamil, "investigado por suspeita de envolvimento com o crime organizado" - segundo a CPI. Jamil se tornou uma lenda em Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Mato Grosso do Sul. Inclusive, por ter feito de sua casa uma réplica da residência de Elvis Presley.

O braço financeiro de Cartes é o Banco Amambay, que financia a Tabesa. "Oitenta por cento da lavagem de dinheiro no Paraguai passam por essa instituição", contou em 2007 o então diretor da Secretaria Antinarcóticos paraguaia, Hugo Ibarra, ao diplomata americano Michael J. Fitzpatrick. A conversa foi reportada por Fitzpatrick a Washington no dia 27 de agosto de 2007. O memorando está entre a correspondência do Departamento de Estado divulgada pelo WikiLeaks há dois anos.

Em abril de 2009, os Estados Unidos iniciaram uma investigação "dirigida a entidades financeiras reais, seus executivos e facilitadores de lavagem de dinheiro" na Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina). Tem o codinome Coração de Pedra, envolve a agência antidrogas (DEA) nos três países, além dos departamentos de Estado, Justiça, Tesouro e equipes da Força Federal de Nova York contra o Crime Organizado, Imigração e Controle de Aduanas, Receita e do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros. Oficialmente, Coração de Pedra prossegue.

Na primeira quinzena de dezembro de 2009, agentes compareceram a uma reunião no aprazível Rainforest Resort, da Cidade do Panamá, com sete executivos das multinacionais fabricantes de cigarros British American Tobacco, RAI-Reynolds, Imperial Tobacco e Philip Morris.

O ritmo das investigações ficou registrado num relatório consolidado dois meses depois, em janeiro de 2010, por Douglas W. Poole, chefe de Inteligência da agência antidrogas. Ele escreveu: "Através da utilização de uma fonte da DEA e de pessoal disfarçado, agentes se infiltraram na empresa de lavagem de dinheiro de Cartes, uma organização que se acredita lava grandes quantidades de moeda (dólares) obtidas por meios ilegais, incluindo a venda de narcóticos, da Tríplice Fronteira aos Estados Unidos."

Poole também informou aos seus chefes em Washington que decidira "introduzir um segundo agente encoberto" junto a Cartes e/ou aos seus principais assessores no Paraguai, Osvaldo Gane Salum e Juan Carlos López Moreira. O objetivo, ressaltou, era "desarticular e desmantelar" a organização de Cartes.

Os resultados dessa investigação na Tríplice Fronteira ainda não são conhecidos.

Nos últimos dois anos, porém, Cartes trocou de distintivo: de mecenas do Partido Colorado passou a líder partidário, no ano passado foi o operador do impeachment-relâmpago do presidente Fernando Lugo, e, desde a noite do último domingo, é o presidente eleito do Paraguai.


 
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No Paraguai, mais de 80% dos funcionários públicos são ou já foram filiados ao Partido Colorado, de direita

Essa era uma exigência para se conseguir um emprego público.
A regra só deixou de valer com o governo de esquerda do presidente Fernando Lugo.

Mesmo assim, o funcionalismo foi decisivo na vitória do candidato colorado Horacio Cartes, eleito presidente no domingo (21/04).


Mais detalhes: leia a matéria do Opera Mundi.



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15 abril 2013

Brasil: "Tenemos una tragedia humanitaria"

Más de mil extranjeros indocumentados ingresaron en sólo 15 días a Acre.
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Gerardo Lissardy, BBC Mundo.

El gobernador del estado brasileño de Acre, Tião Viana, está resuelto a sonar todas las alarmas ante la llegada de miles de inmigrantes sin papeles y de distintos orígenes a este territorio limítrofe con Perú y Bolivia, un fenómeno nuevo que definió como "tragedia humanitaria".

"Una ruta internacional está instalada", dijo Viana en una entrevista con BBC Mundo y preguntó: "¿Será que reviviremos una situación de inmigración en base a presión, como tienen México y Estados Unidos?"
Tiao Viana, gobernador del estado de Acre Foto Gerardo Lizardi

Viana asegura que más de 5.000 inmigrantes pasaron por la frontera con Perú, en su mayoría desde Haití.
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Acre, en la región amazónica, declaró la semana pasada una emergencia social tras el ingreso sólo en los 15 días previos de más de un millar de extranjeros indocumentados, en su mayoría haitianos pero también varios dominicanos y africanos.

El gobierno federal brasileño envió a la ciudad fronteriza de Brasileia una fuerza de distintos ministerios en procura de responder al alerta desde el punto de vista sanitario, migratorio y de seguridad.

Pero Viana sostuvo que el problema es internacional, que servicios de inteligencia detectaron personas que cobran dinero por conducir a los extranjeros a Brasil, y que Perú y Ecuador deben pedir visas a extranjeros para controlar la ruta de inmigrantes que pasa por sus territorios.

Lo que sigue es una síntesis del diálogo con este médico miembro del Partido de los Trabajadores de la presidenta Dilma Rousseff, en su despacho de gobernador en la ciudad de Río Branco.

-¿Qué está pasando en su estado con los inmigrantes?

Tenemos una tragedia humanitaria. Más de 5.500 inmigrantes pasaron por la frontera de Acre con Perú. Vinieron sobre todo de Haití, todavía oriundos de las consecuencias del terremoto que afectó el país. Y ahora algunos están viniendo de África, Senegal, Nigeria, Bangladesh. Ya recibimos personas de Marruecos y Libia. Y tenemos de la República Dominicana.

Lo que es grave es que la estructura del estado no tiene condiciones de tomar decisiones para encaminar esos casos. Dependemos del gobierno federal de Brasil, de Perú, Ecuador y del propio Haití y esos otros países. No han tratado la cuestión como importante, salvo el gobierno brasileño.

-¿Y qué deben hacer Brasil y los otros países?

    "El mejor camino es que el gobierno peruano establezca la regla de acoger esas personas pidiendo visas de entrada"

Asumimos como virtuosa la actitud humanitaria de dar las condiciones mínimas posibles para que esas personas no se sientan rechazadas y hostilizadas por nosotros. Pero precisamos la estructura del Estado nacional para encontrar una salida.

El mejor camino es que el gobierno peruano establezca la regla de acoger esas personas pidiendo visas de entrada, para evitar que coyotes que hacen intermediación por dinero de los inmigrantes ilegales ganen dinero. Que el gobierno peruano y de Ecuador pidan (visas), dialoguen con el gobierno brasileño, tengan previsivilidad.

Ahora estábamos con más de 1.200 inmigrantes ilegales en un local donde cabían 200, con el gobierno del estado asumiendo responsabilidades que no son suyas, sin saber cuántos llegarán al otro día: 200, 300 o 40.

-¿Se ha vuelto una ruta de inmigrantes?

    "Estábamos con más de 1.200 inmigrantes ilegales en un local donde cabían 200"

Una ruta internacional está instalada. Inmigrantes ilegales de Senegal lo dijeron, nuestro país sabe de esa ruta. Otros inmigrantes ilegales de Nigeria hablaron de eso hace más de dos años. De Bangladesh y República Dominicana también. Antes era un problema restricto básicamente a Haití.

¿Será que reviviremos una situación de inmigración en base a presión, como tiene México y Estados Unidos? ¿O precisamos una acción multilateral y principalmente del gobierno brasileño con el peruano para una solución ordenada de este proceso de inmigración ilegal.

-¿Cuántos de todos ellos están llegando a través de una organización ilegal de "coyotes" y cuántos llegan por sí mismos?

    "Una ruta internacional está instalada. Inmigrantes ilegales de Senegal lo dijeron, nuestro país sabe de esa rut"

Eso nos llama la atención. No tenemos la mediación de ninguna institución humanitaria internacional para que lleguen. Pero tenemos identificación por los servicios de inteligencia de la presencia de "coyotes" ganando mucho dinero. Y eso nos preocupa. ¿Será que en medio de eso tenemos o ya tuvimos tráfico de personas de manera ilegal? ¿Podemos tener personas con otros propósitos que no es apenas una fuga de una realidad social intolerable en esos países? Son cuestiones graves que tenemos que tratar.

-El gobierno de Brasil dice que va a regularizar inmigrantes. ¿No es una forma de llamar más?

Estaba diciendo eso. Ahora ya está cambiando: está diciendo que va a aceptar la venida con la legalidad preestablecida. O sea, con la visa de entrada autorizada y no después de entrar, como estaba ocurriendo hasta ahora. Fue lo que oí de las autoridades federales brasileñas.

-Brasil tiene acuerdos para la llegada de haitianos. ¿Pero hay un riesgo de que otros inmigrantes queden relegados por problemas de acuerdos internacionales con sus países: Bangladesh, Senegal, Nigeria?

    "No podemos imaginar que Brasil va a resolver los problemas del mundo y de África"

No podemos imaginar que Brasil va a resolver los problemas del mundo y de África. Porque mientras los estadounidenses gastan dos billones de dólares en la guerra de Irak, ¿cómo nosotros vamos a resolver los problemas de 'África?

Brasil, por la convivencia solidaria y humanitaria que la ONU media con la situación de Haití, tiene el deber de ser solidario con ese pueblo. Y con los hermanos africanos. Pero no abriendo las puertas de manera desordenada.



Fonte: BBC http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2013/04/130414_brasil_acre_gobernador_am.shtml?ocid=socialflow_twitter_mundo




 
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09 abril 2013

Lula pede que Parlamento do Mercosul "funcione de verdade"

Mas se esqueceu de algo essencial: pedir ao Congresso brasileiro que conclua as regras que permitirão a eleição direta para o Parlasul em 2014.
O tempo está acabando: se encerra em setembro de 2013, para que se respeite o prazo de um ano antes das eleições para que novas regras eleitorais comecem a valer.


Lula pede mais participação do setor social nas decisões do Mercosul para fortalecer o Mercosul sindical e fortalecer o Mercosul social.

Apesar de ter rejeitado críticas ao bloco, o ex-presidente pediu melhoras

A matéria abaixo é de Heinrich Aikawa, do Instituto Lula, 03/04/2013 11:48.


Montevidéu - Em uma entrevista publicada nesta quarta-feira pela imprensa do Uruguai, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou as críticas ao funcionamento interno do Mercosul, mas defendeu um fortalecimento de seu aspecto "social" e pediu que o Parlamento do bloco (Parlasul) "funcione de verdade".

Em declarações ao jornal "La República", Lula declarou que as críticas ao Mercosul não têm fundamento, "seja teórico, econômico e social", e reconheceu que há divergências econômicas entre os sócios (Argentina, Brasil, Uruguai e Venezuela, além do Paraguai suspenso), algo que, segundo o ex-presidente, é normal em qualquer "aliança comercial".

De acordo com Lula, o que falta é "aperfeiçoar" a "participação do setor social nas decisões do Mercosul, ou seja, fortalecer o Mercosul sindical e fortalecer o Mercosul social".

"Além disso, é necessário que o Parlamento do Mercosul funcione de verdade", opinou o ex-governante, que ressaltou que o bloco obteve "um avanço extraordinário no fluxo comercial" ao comparar o Mercosul de hoje com o Mercosul de 2002.

"O caso do Uruguai é um bom exemplo: em 2002, seu fluxo comercial com o Brasil foi de US$ 825 milhões; em 2010, esse fluxo já tinha alcançado os US$ 2,9 bilhões", exemplificou o ex-presidente.

Na opinião de Lula, diante deste cenário, "o papel do Brasil é utilizar seu potencial de desenvolvimento para criar uma indústria do Mercosul", o que passa por "construir tudo o que for possível em alianças com a Argentina, Paraguai, Uruguai".
As opiniões de Lula contrastam com as expressadas pelo presidente do Uruguai, José Mujica, no último dia 1º de março, quando o mesmo assegurou que o Mercosul, como bloco comercial, era uma "má união aduaneira".

Duas semanas depois, o vice-presidente uruguaio, Danilo Astori, indicou que "as relações econômico-financeiras" bilaterais com a Argentina estavam "em seu pior momento" por causa da política econômica "muito protecionista" do governo de Cristina Kirchner.

Além disso, no último mês de novembro, o Paraguai chegou recorrer à Organização Mundial do Comércio pelos impedimentos comerciais por parte da Argentina aos seus empresários.

Em junho de 2012, o Paraguai foi suspenso do grupo após a destituição de Fernando Lugo como presidente em um julgamento político no Senado, algo que foi considerado como um "golpe de Estado parlamentar" pelos demais membros do bloco, que, por sinal, aproveitaram essa suspensão para materializar a entrada da Venezuela.

Essa última passagem, autorizado anos antes pelos Executivos e Legislativos da Argentina, Brasil e Uruguai, assim como pelo Governo de Lugo, estava travada somente pela recusa do Senado paraguaio.

Embora siga realizando sessões esporádicas, o Parlasul tem pendente a renovação de seus integrantes, que deve ser realizada dentro dos processos eleitorais nacionais dos países-membros, algo que, paradoxalmente, só o Paraguai fez.

 
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16 março 2013

Pai da Europa e gigante da diplomacia


Idealizador e grande articulador do projeto de União Europeia, o francês Jean Monnet era, no vocabulário das políticas públicas, um "empreendedor de políticas" ("policy entrepeneur"), ou seja, alguém sem o qual a sorte de muitas das políticas, desde sua formulação até sua implementação, pode variar da linha tênue que vai do sucesso ao fracasso.

Monnet (cuja imagem está na homenagem do selo feito pelos alemães, acima) morreu no dia 16 de março de 1979, aos 90 anos, em Bazoches-sur-Guyonne, perto de Paris.


Leia a matéria abaixo, de Max Altman, do Opera Mundi.



Em sua carreira diplomática, tratou de assuntos espinhosos como a divisão da Silésia entre Polônia e Alemanha; o futuro da região de Sarre (entre França e Alemanha) ou ainda a recuperação econômica da Áustria. Quando da invasão da França pela Alemanha nazista, sugeriu a Churchill uma imediata fusão entre seu país e o Reino Unido, porém sua proposta chegou tarde demais.

Após a Libertação da França, cria um plano de modernização do país que levou seu nome, organizando inclusive um comissariado para supervisioná-lo. Propõe ao ministro Robert Schuman o projeto da Ceca (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço), projeto que deu origem à atual União Europeia. Por essa razão e por incentivar a criação de um continente organizado no modelo federal norte-americano, recebeu o título honorífico de "Pai da Europa".

Nascido em 9 de novembro de 1888 em Cognac (oeste da França), em uma família de negociantes de vinho, Monnet era produto da burguesia da província. Aos 16 anos, o pai o envia a Londres aos cuidados de seu agente local a fim de aprender o negócio. Aos 18 anos, parte para a cidade de Winnipeg, no Canadá.

Chega 1914 e a declaração de guerra. Valendo-se de relações familiares, o jovem de 26 anos consegue um encontro com o presidente do Conselho (cargo equivalente ao primeiro-ministro francês naquela época), René Viviani, cujo governo estava refugiado em Bordeaux.

Seduzido pela sua inteligência, Viviani o despacha a Londres, em missão precisamente encarregado de coordenar os recursos logísticos aos aliados. A partir de então Monnet jamais deixou de se ocupar de questões internacionais. Em novembro de 1916, no auge da I Guerra, monta uma comissão interaliada para os aprovisionamentos em trigo.

Após o armistício, torna-se assessor de Eric Drummond, secretário-geral da Liga das Nações, onde trata de questões críticas.

Deixando a organização em 1923, participa em San Francisco, EUA, da criação de um banco de investimentos norte-americano mas dele se afasta devido à crise de 1929. Critica a resistência dos Estados Unidos em reformar seu sistema bancário: ‘‘Os homens só aceitam a mudança premidos pela necessidade e só veem necessidade em meio à crise’’.

Põe-se então em Xangai a serviço do governo chinês de Tchang Kaï-chek. Logo chegam o nazismo e a guerra. Monnet vai a Washington negociar com os norte-americanos a construção em caráter de urgência de aviões de combate para as forças armadas francesas.

Aproxima-se do presidente Franklim Delano Roosevelt e do conselheiro Harry Hopkins, pondo-se a seu serviço para lançar o Programa da Vitória. Este tinha por objetivo sustentar o esforço de guerra britânico e preparar a indústria dos EUA para um gigantesco esforço de rearmamento sem esperar a entrada em guerra formal do país, apesar da oposição de setores isolacionistas.

Quando Hitler lança sua ofensiva de 10 de maio de 1940, Monnet sugere ao primeiro ministro Churchill uma medida de grande alcance destinada a levar esperança aos franceses e ingleses. Sua mensagem intitulada "Anglo-French Unity" propunha nada menos que uma fusão imediata dos dois países, com um só Parlamento e um só Exército.

Esta proposta , aparentemente excêntrica, tornaria os dois países solidamente solidários contra a Alemanha hitlerista. Impediria tratativas diretas da França com a Alemanha, com o risco de Hitler se apoderar da potente marinha de guerra francesa e, eventualmente, das colônias da África do Norte e do Oriente.

Na noite de 17 de junho de 1940, enquanto a França mergulhava na tragédia da derrota, Monnet recebe em seu domicílio londrino o general de Gaulle, que preparava uma mensagem de rádio histórica, o Apelo, que seria radiodifundido no dia seguinte. Como a maioria de seus compatriotas, o mercador de Cognac não estava seguro sobre o momento desenhado pelas visões de De Gaulle e a perspectiva de uma ruptura com o regime recém-tomado pelo marechal Philippe Pétain.

A pedido de Harry Hopkins, Monnet encontra-se com de Gaulle na Argélia em 1943. Faz parte do primeiro governo da França Livre e tenta, sem sucesso, reconciliar os generais De Gaulle e Henri Giraud.

Malgrado suas poucas afinidades com o comandante da França Livre, iria contribuir, ao seu lado, com os esforços pela reconstrução do país.

Libertada a França, Monnet monta um plano que permite a França relançar em tempo recorde a produção básica, com a sustentação financeira do plano Marshall.

Cria o Comissariado do Plano e torna-se seu primeiro presidente antes de reunir seus amigos de toda a parte em torno do projeto da Ceca. Sua visão podia se resumir nesta fórmula, tomada emprestada de suas memórias: "Nada é possível sem os homens ; nada é durável sem as instituições".

Ao termo de seu mandato, em 1956, estimulou a criação de um comitê de ação Estados Unidos-Europa e levou adiante, até a morte seu empenho em favor da união.

Suas cinzas foram transferidas ao Panteão em 1988.

 
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06 março 2013

A hora e a vez de Hugo Chávez

No +Luiz Carlos Azenha @Viomundo
"Até então, o oposicionismo venezuelano enfrentava um líder carismático de carne e osso. A partir de agora, enfrentará uma lenda".

Publicado originalmente na @cartamaior
 

22 fevereiro 2013

Os BRICs em meio à crise internacional

Boletim de Economia e Política Internacional do IPEA analisa impactos econômicos e políticos da crise nos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Edison Benedito da Silva Filho discute a trajetória da exposição cambial das empresas exportadoras brasileiras desde 2008 até o período recente e seus impactos para a vulnerabilidade da economia do país.

Lenina Pomeranz apresenta um panorama sobre o posicionamento da Rússia frente à crise financeira internacional, num momento em que o país busca a modernização econômica em meio à crescente efervescência política interna.

Vera Thorstensen discute os desafios da agenda do multilateralismo diante do recrudescimento da crise, que tem ensejado aos países buscarem nos acordos preferenciais de comércio uma alternativa para promover a integração econômica e política.

Marina Amaral Egydio de Carvalho e Luciana Dutra de Oliveira Silveira analisam os impactos da crise sobre outra dimensão relevante do comércio internacional: a regulamentação técnica aplicada pelos países ao comércio de bens, a qual, embora destinada a assegurar a proteção dos consumidores locais, também pode ocultar práticas protecionistas dessas nações.

João Henrique Ribeiro Roriz discute como a crise internacional afetou nas esferas comercial, financeira e política os dois principais projetos de integração regional atualmente em progresso na Ásia: o primeiro, exclusivamente asiático e capitaneado por China, Coreia do Sul e Japão; e o segundo, que constitui uma “ponte” sobre o Pacífico e visa o fortalecimento dos laços com os Estados Unidos.

Daniel Ricardo Castelan analisa os acordos bilaterais de investimento celebrados pelos países da América do Sul com algumas das maiores economias mundiais e também as disputas geradas no bojo desses investimentos, apontando desafios e oportunidades para o Brasil na ampliação de suas pretensões econômicas na região.

Walter Antonio Desiderá Neto apresenta um panorama de eventos econômicos e políticos recentes que podem sinalizar a direção do movimento de transição de poder no mundo, que se acha em curso desde o fim da Guerra Fria.

Leia o Boletim de Economia e Política Internacional do IPEA.
 
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