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11 maio 2026

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Plano Marshall:
o plano de reconstrução (de parte) da Europa 






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30 abril 2020

Bolsonaro e o Centrão: tudo a ver


Se engana quem pensa que Bolsonaro e o famigerado Centrão são como água e óleo. 
Em seus quase 30 anos como deputado federal, Bolsonaro passou por seis partidos, todos do Centrão, antes de pular para o PSL

Leia o artigo completo de Antonio Lassance no Jornal GGN, do jornalista Luís Nassif. 


A foto que estampa esta postagem é do grande fotógrafo Wilson Dias, da ABr, a partir da página do Congresso em Foco.











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03 julho 2019

O presidente e seu Estado Maior

A discussão sobre governança tem tomado conta da administração pública e também da ciência política, cada vez mais.

Na esteira dessas discussões, uma preocupação é com o chamado centro de governo - isso para governos que de fato tenham alguma preocupação em serem "centrados".


Os centros de governo são chamados ali de Núcleos de Governo (NdGs). 

Um dos artigos (Capítulo 4) aponta que a literatura sobre governança de políticas públicas tem infelizmente adquirido um perfil meramente prescritivo, pouco antenado em como as coisas acontecem na vida real e as diferentes feições que adquirem. Isso torna tais estudos frágeis, pouco aprofundados "a respeito das bases concretas sobre as quais os NdGs se fundam, se desenvolvem, se fortalecem ou se esfacelam." (Pompeu e Lassance, 2018, pág. 118).

"O esforço de pesquisa aqui realizado é justamente o de buscar entender a lógica de formação e funcionamento de NdGs a partir de seu big bang, sua composição inicial, e extrair daí algum aprendizado útil à solidificação de teorias mais realistas a esse respeito." (Pompeu e Lassance, 2018, pág. 17).

Há casos nada incomuns em que o núcleo ou centro de governo, ao invés de ser parte da solução, é parte do problema:

"O NdG deveria fazer o presidente sempre se voltar para a prioridade; na prática, porém, muitas vezes é o NdG que traz as urgências para o presidente." (Pompeu e Lassance, 2018, pág. 119).

Leia:

CAVALCANTE, Pedro Luiz Costa e GOMIDE, Alexandre de Ávila (organizadores). O Presidente e seu núcleo de governo: a coordenação do Poder Executivo. Brasília: Ipea, 2018. 415 p. Disponível em <http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/190308_o_presidente_e_seu_nucleo_de_governo.pdf>. Acesso em 2 de julho 2019.














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17 julho 2017

Nada será como antes

Em entrevista, a cientista política e brazilianista, Wendy Hunter, analisa as dificuldades do PT.



"Nunca haverá um "novo PT". Não há nenhum partido agora que consiga ocupar este lugar, com a mesma capilaridade de rede que o PT conseguiu construir no país. Pode haver partidos surgindo com líderes populares, mas o PT precisou de três décadas para criar a organização que criou. Nenhum outro partido tem este nível de organização e nenhum outro pode construi-la em pouco tempo. Os elementos que formaram o PT - a organização durante a Ditadura, a relação única com suas raízes, o líder carismático, a oposição ao neoliberalismo durante os anos 1990 - dificilmente se reunirão em um só partido novamente." (Wendy Hunter).




Leia a íntegra da entrevista na BBC Brasil.
















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10 março 2017

Uma nova profissão está em alta:

A de ideólogo extremista, aquele que induz muitos a achar que são melhores e "mais conscientes" do que "o resto".



O mercado dos vendedores de ideologia vai de vento em popa, reempacotando ideias ultrapassadas e extremistas, com o mesmo velho verniz que embalou o nazifacismo, mas, claro, em novas versões.

O artigo de Antonio Luiz M. C. Costa, "O aprendiz de feiticeiro", embora trate especificamente do guru de Trump, Steve Bannon, chama a atenção para o crescimento do mercado dos vendedores de ideologia no mundo inteiro.

Conforme Costa, 


"A busca de justificativas respeitáveis para o racismo, a homofobia e o machismo funda-se agora em noções de “cultura” e 'identidade' concebidas como entidades orgânicas e essenciais destinadas a enfrentar-se na 'guerra das civilizações'."

No Brasil, poderíamos listar inúmeras figuras que já disputam esse mercado e são candidatas a uma vaga ao lado de algum personagem grotesco de plantão, como Trump, para colocar suas ideias em prática. Olavo de Carvalho, Rodrigo Constantino, Rachel Sheherazade e - por que não dizer? - Alexandre Frota são representantes, cada qual a seu modo, de pessoas que se prestam ao papel de incentivar o extremismo como forma de ganhar evidência político-midiática.




Leia o artigo de Costa, publicado na Carta Capital, em 24/02/2017.











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31 agosto 2016

Habemus Berlusconi #ForaTemer!

Eis o resultado da esquizofrenia que tomou conta da política brasileira.
Embora o presidente do Senado tenha reconhecido que a Casa estava a cara de um hospício, todo o sistema é controlado por "doutores" interessados menos na cura do que na fatura.
 




Estamos repetindo a triste sina dos italianos, que tiveram como resultado da Operação Mãos Limpas a ascensão de Silvio Berlusconi,que fez riqueza em alguns dos setores mais corruptos da economia italiana: a construção civil, a mídia e o futebol.

Leia, a respeito, as matérias da Piauí e do GGN.













O Brasil precisa de uma opinião pública melhor informada, atenta e democrática. Ou será um país de Estado ineficiente, capturado por interesses escusos, com governos fracos, oposição golpista, imprensa hipócrita e pessoas egoístas e intolerantes.
 
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06 junho 2016

Banco Central independente


Independente de quem?
Como Roosevelt tranformou uma crise em uma oportunidade de reformas democráticas e enfrentou o poder dos bancos?
Fonte: The American Prospect.