16 julho 2013

Morte prematura de jovens custa R$ 79 bilhões por ano ao Brasil

Estudo do IPEA.
 
Mais de 53 mil pessoas são assassinadas por ano e as vítimas tornaram-se cada vez mais jovens. 
 
  • O perfil desses jovens, vítimas dos vários tipos de mortes violentas, é em sua maioria homens, pardos, com 4 a 7 anos de estudo, mortos nas vias públicas, por armas de fogo. 
  • O estudo indica que a morte prematura de jovens devido às violências custa ao país cerca de R$ 79 bilhões a cada ano, que correspondente a 1,5% do PIB Nacional. 
  • Taxa de óbitos em acidentes de trânsito envolvendo jovens aumentou em 44,6% na última década.
  • Violência letal na juventude pode responder por uma perda de expectativa de vida ao nascer dos homens de até dois anos e sete meses, como é o caso em Alagoas.
  • A violência atinge menos as mulheres, com perda de expectativa de vida de, no máximo, quatro meses para as mulheres, conforme observado em Roraima.
Os dados constam do estudo Custo da Juventude Perdida no Brasil, de autoria de Daniel Cerqueira, diretor de Estado, Instituições e Democracia do Ipea (Diest).
A pesquisa foi apresentada nesta sexta-feira, dia 12, no Rio de Janeiro, durante o seminário Juventude e Risco: Perdas e Ganhos Sociais na Crista da População Jovem, promovido pelo Ipea e SAE, em parceria com o Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento Internacional (IDRC, Canadá) e o Centro de Estudios Distributivos Laborales y Sociales (Cedlas).

 
Leia o estudo "Custo da Juventude Perdida no Brasil"
Vídeo: Assista à íntegra do seminário “Juventude e Risco: Perdas e Ganhos Sociais na Crista da População Jovem”
Veja mais: Seminário analisa programas de incentivo para jovens
 
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