28 dezembro 2016

A América Latina não seria o que é (para pior) sem o decisivo apoio dos Estados Unidos

Estudo revela a guerra de extermínio financiada pelos EUA contra o zapatismo, no início do século XX.

Armas químicas, deportações e tortura em larga escala fizeram parte desse "legado".


"Reza a lenda que Emiliano Zapata não morreu. É isso que a história demonstra todo dia. Quase 100 anos depois de seu assassinato, a figura do revolucionário, general comandante do Exército Libertador do Sul, continua a incendiar a imaginação dos mexicanos. Proletário, rebelde e muitas vezes visionário, Zapata (1879-1919) encarna como ninguém os ideais de uma época conturbada."
  
 Na foto,
o cadáver de Emiliano Zapata, exibido depois de seu assassinato, em 10 de abril de 1919.

Leia a matéria completa no jornal El País.