Pobres e classe média baixa são os que sofrem o maior arrocho tributário e pagam o pato que a Fiesp só faz inflar.
A exemplo, veja as conclusões do estudo dos pesquisadores Sérgio Gobetti e Rodrigo Orair, do Ipea, que mostram como "medidas adotadas nas décadas de 1980 e 1990, por recomendação do "mainstream", restringiram o papel redistributivo do imposto de renda."
No estudo, "verifica-se elevado grau de concentração de renda no topo da distribuição, baixa progressividade e violação dos princípios da equidade horizontal e vertical."
"A principal razão dessas distorções é a isenção dos dividendos a acionistas, privilégio atípico nos países desenvolvidos. Propõe-se recuperar uma agenda de reforma tributária focada na progressividade, tema que voltou ao debate com Piketty (2014)."
Leia em IPC UNDP (arquivo pdf).
A exemplo, veja as conclusões do estudo dos pesquisadores Sérgio Gobetti e Rodrigo Orair, do Ipea, que mostram como "medidas adotadas nas décadas de 1980 e 1990, por recomendação do "mainstream", restringiram o papel redistributivo do imposto de renda."
No estudo, "verifica-se elevado grau de concentração de renda no topo da distribuição, baixa progressividade e violação dos princípios da equidade horizontal e vertical."
"A principal razão dessas distorções é a isenção dos dividendos a acionistas, privilégio atípico nos países desenvolvidos. Propõe-se recuperar uma agenda de reforma tributária focada na progressividade, tema que voltou ao debate com Piketty (2014)."
Leia em IPC UNDP (arquivo pdf).
O Brasil precisa de uma opinião pública melhor informada, atenta e democrática. Ou será um país de Estado ineficiente, capturado por interesses escusos, com governos fracos, oposição golpista, imprensa hipócrita e pessoas egoístas e intolerantes.
Para seguir o blog e receber postagens atualizadas, use a opção "seguir", ao lado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por comentar.