24 fevereiro 2015

Rotatividade nos cargos de confiança da administração federal brasileira (1999-2013)


O estudo de Felix Lopez, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Maurício Bugarin, da Universidade de Brasília (UnB) e Karina Bugarin, do Economics and Politics Research Group, mostra que:

a) a rotatividade tem momentos de pico, que são os primeiros anos de governo dos presidentes, ao que se sucede uma tendência ao decréscimo nas taxas;
b) os cargos mais altos na hierarquia sofrem maior rotatividade, o que contraria a noção pré- concebida segundo a qual os cargos de menor hierarquia, por serem mais sujeitos à troca política e distribuição personalista, teriam rotatividade mais intensa;
c) se observa maior rotatividade entre os ocupantes de cargos de DAS que não pertencem à carreira do serviço público. Por fim, mostramos haver;
d) tendência de rotatividade menor em ministérios responsáveis pela política econômica do governo, se comparados aos ministérios responsáveis pelas políticas sociais.

Leia o estudo.


 
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