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17 agosto 2020

O povo não assiste a tudo bestializado


Artigo questiona até que ponto as pessoas reagem ou não criticamente aos conteúdos apresentados pela mídia e percebem as intenções e os interesses que orientam o enquadramento da informação.


A polêmica incide sobre um problema crucial e recorrente. Pergunta-se em que medida a mídia contribui mais para orientar, informar e formar cidadãos ou para produzir atitudes de “efeito manada”, de caráter passional, e não racional ou, no mínimo, para esvaziar e desmobilizar posturas mais reflexivas e questionadoras ao status quo.

  
Lassance, Antonio. O povo não assiste a tudo bestializado. In: Natalino, Marco  e Lopez, Felix (org.). Boletim de Análise Político-Institucional nº 23. Brasília: Ipea, junho de 2020. pp. 69-74. Disponível em: <https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/boletim_analise_politico/200806_bapi%2023_artigo_6.pdf>

Acesse o Boletim completo: Boletim de Análise Político-Institucional nº 23.






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08 agosto 2020

A oração de Dom Pedro Casaldáliga



Dom Pedro Casaldáliga (Balsareny, Espanha, 16 de fevereiro de 1928 - Batatais, São Paulo, 8 de agosto de 2020) tinha como um de seus lemas "nada possuir, nada carregar, nada pedir, nada calar e, sobretudo, nada matar".

Não usava báculo e nem mitra (insígnias e ornamentos dos bispos).

Em um de seus diários, Dom Pedro, que tinha a defesa dos pobres como missão e a poesia como dom, escreveu sua profissão de fé, que serve de oração:
 
"Tua mitra será um chapéu de palha sertanejo; o sol e o luar; a chuva e o sereno; o olhar dos pobres com quem caminhas e o olhar glorioso de Cristo, o Senhor. 
Teu báculo será a verdade do Evangelho e a confiança do teu povo em ti. 
Teu anel será a fidelidade à Nova Aliança do Deus Libertador e ao povo desta terra. 
Não terás outro escudo senão a força da Esperança e a Liberdade dos filhos de Deus, nem usarás outra luva que o serviço do Amor”.


"À famosa pergunta, bem ou mal intencionada, sobre o que resta da Teologia da Libertação, a gente responde que restam Deus e os pobres". 
Dom Pedro Casaldáliga.









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05 agosto 2020

História do Brasil: por onde começar?




Um roteiro com sugestões de grandes questões, livros e filmes sobre o Brasil e a história de seu povo.

Abra a apresentação online em slides.

Baixe o arquivo em pdf.














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04 agosto 2020

Quem não controlar a pandemia não recuperará tão cedo sua economia

Políticas deveriam estar melhor integradas e gastos com políticas sociais deveria ser maior.

O alerta vem do informe conjunto da Comissão Econômica para América Latina e el Caribe (Cepal) e da Organização Panamericana de Saúde.

O gasto público com saúde, especificamente, deveria ser de pelo menos 6%.

A propósito, os gastos públicos com saúde no Brasil têm se mantido historicamente abaixo de 4%. (IBGE)

O percentual de gasto público com atenção básica no Brasil em relação ao gasto total em saúde também está entre um dos mais baixos da região, o que mostra tanto o heroísmo quanto a precariedade a que o Sistema Único de Saúde está submetido (vide gráfico 7B do informe da Cepal, pág. 15). 
 


"A principal conclusão deste documento é que, se a curva de contágio pandêmica não for controlada, não será possível reativar as economias dos países. 
Da mesma forma, indica-se que tanto o controle da pandemia quanto a reabertura econômica exigem liderança e uma gestão eficaz e dinâmica dos Estados nacionais, por meio de políticas que integram políticas de saúde, políticas econômicas e políticas sociais. 
Também se defende um aumento nos gastos fiscais para controlar a pandemia e favorecer a reativação e reconstrução, e para torná-la mais eficaz, eficiente e equitativa, para que os gastos públicos em saúde atinjam pelo menos 6% do produto interno bruto".

"La conclusión principal de este documento es que, si no se controla la curva de contagio de la pandemia, no será posible reactivar la economía de los países. Asimismo, se indica que tanto el control de la pandemia como la reapertura económica requieren liderazgo y una rectoría efectiva y dinámica de los Estados, mediante políticas nacionales que integren políticas de salud, políticas económicas y políticas sociales. También se aboga por un aumento del gasto fiscal para controlar la pandemia y favorecer la reactivación y la reconstrucción y por que este sea más eficaz, eficiente y equitativo, de modo que el gasto público destinado a la salud alcance al menos el 6% del producto interno bruto."

Leia o informe completo.













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