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07 maio 2020

Corsários: uma parceria público-privada das mais antigas




Quando empreendedores aventureiros e Estados nacionais se aliaram para saquear, dominar, aprisionar e matar.

"O corso (a pirataria autorizada e às vezes financiada por reis e rainhas) ganhou força no século XVI, segundo o historiador Jean Marcel Carvalho França, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Franca. 

As frotas de Espanha e Portugal eram atacadas com frequência, resultando em perdas imensas de ouro, pau-brasil e marfim. Mesmo que não tenham conseguido se fixar no Brasil, franceses e ingleses formaram colônias nas Américas Central e do Norte. 

Mais do que uma simples aventura, esse tipo de invasão representava uma contestação do governo inglês à divisão das terras do Novo Mundo entre Espanha e Portugal, formalizada por meio do Tratado de Tordesilhas em 1494.

Veja no vídeo produzido pela equipe de Pesquisa FAPESP como reinos europeus apoiavam os ataques de corsários à costa brasileira." (Pesquisa FAPESP).

Jean Marcel Carvalho França fala também do quanto é importante escrever para o grande púbico, ou seja, um público que vá além do circuito restrito de historiadores, sem perder o rigor da pesquisa e da escrita. 

Afinal, o objetivo dos historiadores é "formar perspectivas coletivas sobre o passado", e para isso é preciso ter leitores. 









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